LibreOffice já ultrapassou os 100 milhões de utilizadores

 

 

 

 

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O LibreOffice é um software de produtividade Open Source, ao estilo do Microsoft Office, que advém do código fonte do OpenOffice.

Considerado com o principal concorrente da plataforma de produtividade da Microsoft, o LibreOffice ultrapassou recentemente a marca dos 100 milhões de utilizadores. Mas há outros dados curiosos! Vamos conhecê-los.

 

Segundo o site Softpedia, existe actualmente uma tendência, à escala mundial, para adoptar software Open Source em detrimento de software proprietário. Sem custos ao nível de licenças e normalmente sem suporte, o software Open Source é, em vários cenários, uma excelente solução até porque oferece as funcionalidades básicas (e não só) necessárias, E um bom exemplo disso é a plataforma LibreOffice.

 

Alguns números interessantes

De acordo com o dados publicados pela empresa Collabora, o LibreOffice ultrapassou recentemente a marca de 100 milhões de utilizadores e é hoje usado por mais de 18 governos à escala mundial. Esta suite de produtividade tem suporte para 189 tipos de ficheiros e uma enorme comunidade de desenvolvimento onde se destaca a presença da Red Hat, Canonical e Collabora.

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O suporte comercial do LibreOffice está hoje disponível em 21 países. Em termos de casos de sucesso, ao nível dos governos, destaca-se a cidade de Munique com 15 mil máquinas com LibreOffice, França tem 500 mil máquinas com LibreOffice e o Brasil tem 1 milhão de máquinas.

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Veja toda a informação num infográfico.

 

E em Portugal, o Estado pouparia dinheiro com o OpenSource?

Segundo dados de uma investigação da Universidade de Coimbra em 2014, o Estado Português já gastou mais de 100 milhões de euros em software… quando o podia ter a custo zero através do software livre.

A investigação intitulada “Jangada de SIG na Administração Pública Portuguesa” conclui que, em apenas 5 anos (2008-2013), o estado português gastou mais de 24 milhões de euros (24 752 909,08€) na compra de software para os SIG (Sistemas de Informação Geográfica) e pelos menos 113 milhões foram gastos em software para a administração pública.

Informações do Governo revelaram que já têm sido feitos testes-piloto com software livre, por exemplo, na Inspeção Geral das Atividades Culturais, o que diminuiu em mais de 50% os gastos, uma poupança na ordem dos 169 mil euros.

 

( Via )

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