Crianças continuam expostas a conteúdos inapropriados na Internet

 

 

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Para as crianças ainda é muito fácil “tropeçarem” em conteúdos inapropriados que estejam disponíveis online, apesar das preocupações e melhorias neste campo.

O último estudo Net Aware, publicado por uma instituição de caridade inglesa, a NSPCC, avaliou as respostas de cerca de 1725 alunos e de 500 pais. O objetivo passava por examinarem 50 dos sites mais populares para verificarem os riscos que representavam para as crianças ao nível da exposição a conteúdos impróprios.

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QUIZZ : Faça um teste á sua maturidade digital

Em Portugal quase 30% da população continua afastada dos meios digitais e o nível de literacia é ainda relativamente baixo. O movimento MUDA quer promover maior participação e entre as iniciativas tem um Quizz para que possa medir o seu nível de conhecimento.

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O movimento foi lançado oficialmente há algumas semanas e junta uma série de organizações de diversos sectores com o objetivo de reduzir o número de pessoas que nunca usaram a internet e melhorar também as competências da maioria da população portuguesa, facilitando o acesso a serviços.

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Sabe qual o lucro dos sites de pirataria?

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Longe vão os anos em que os sites de pirataria eram algo conotado com rebeldia contra o sistema, para fazer boa figura em frente aos amigos ou simplesmente “porque sim”. Hoje em dia é tudo uma questão de dinheiro. Muito dinheiro.

Não existem muitos estudos sobre a quantidade de dinheiro que estes sites movimentam, mas os que existem mostram que a disponibilização de conteúdos fora da lei é um excelente negócio que, apesar da actuação das autoridades, se está a expandir rapidamente. Segundo um destes estudos, encomendado em 2014 pela organização sem fins lucrativos Digital Citizens Alliance, sites como o The Pirate Bay ou o KickassTorrents geram lucros astonómicos.

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“Smartphones distraem-nos e tornam-nos menos eficientes no trabalho" segundo um estudo da Kaspersky

 

 

 

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Apesar dos smartphones nos permitirem ter contacto permanente com os nossos colegas, a caixa de correio sempre atualizada e uma facilidade na resolução de problemas urgentes, acabam, de facto, por nos tornar menos produtivos quando estamos a trabalhar na nossa secretária. Esta é a conclusão de uma investigação psicológica realizadas pelas Universidade de Würzburg e Universidade de Nottingham-Trent, solicitadas pela Kaspersky Lab.

Estas experiências encontraram uma correlação entre os níveis de produtividade e a distância entre os participantes e os seus smartphones. Quando ficavam longe dos seus aparelhos, a sua performancemelhorava 26%. As experiências testaram o comportamento de 95 pessoas entre os 19 e os 56 anos de idade em laboratórios localizados nas Universidades de Würzburg e Nottingham-Trent. As condições experimentais e o género dos participantes no estudo foram devidamente balanceados.

 

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Anacom diz que 28% dos portugueses nunca usaram Internet

 

 

O nível de escolaridade influencia o uso da Internet. Em Portugal 49% dos que nunca usaram aquele meio têm um nível de escolaridade mais baixo.

IMAGEA percentagem de portugueses (dos 16 aos 74 anos) que nunca utilizou Internet diminuiu de 32% em 2014 para 28% no ano passado, anunciou a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom), reconhecendo "a distância" da média europeia de 16%.

Os dados do regulador das comunicações, que se referem a portugueses entre os 16 e os 74 anos e constam do relatório O consumidor de comunicações electrónicas 2015, indicam ainda que a distância face à média da União Europeia é ainda mais evidente entre as pessoas de idades mais avançadas: 27% utilizam a Internet em Portugal, contra 45% na Europa dos 28 (UE28).

 

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Postais de Natal substituídos pela utilização das redes sociais

 

 

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A Microsoft realizou um estudo a nível europeu sobre a utilização da tecnologia durante a época natalícia, onde Portugal se destaca pela grande adesão às redes sociais para enviar mensagens de Natal, que ultrapassaram o envio dos tradicionais postais de Boas Festas.

O papel da tecnologia na rotina diária das famílias portuguesas tem vindo a crescer exponencialmente, sendo cada vez mais uma solução de comunicação para falar com familiares e amigos. Desde selfies, vídeos, receitas de Natal e infografias festivas, hoje a tecnologia representa um número infinito de oportunidades para tornar a época natalícia ainda mais original – e próxima – em família.

 

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LibreOffice já ultrapassou os 100 milhões de utilizadores

 

 

 

 

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O LibreOffice é um software de produtividade Open Source, ao estilo do Microsoft Office, que advém do código fonte do OpenOffice.

Considerado com o principal concorrente da plataforma de produtividade da Microsoft, o LibreOffice ultrapassou recentemente a marca dos 100 milhões de utilizadores. Mas há outros dados curiosos! Vamos conhecê-los.

 

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Porque é importante criar partições no disco do seu PC

 

 

 

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Com a evolução da tecnologia nos mais vários diversos segmentos, há conceitos/técnicas que se têm vindo a perder e outros simplesmente a renovar. Na área do armazenamento de dados não volátil a grande maioria dos conceitos/técnicas ainda se mantêm, especialmente para discos mecânicos, apesar do salto significativo no que diz respeito à capacidade de armazenamento que atualmente é oferecido pelos discos.

Mas, com tanta tecnologia, continua a ser importante criar partições no disco do seu PC?

 

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Saiba quais são as tendências das ameaças digitais para 2016

 

 

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O Instituto de Tecnologia da Georgia, EUA, publicou um estudo em que explica as quatro principais tendências das ameaças à segurança dos dados que os utilizadores de tecnologias vão enfrentar em 2016

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Android tem várias falhas de segurança

 

 

Vários estudos já demonstraram que o sistema operativo móvel da Google era frágil. Agora, a Universidade de Cambridge estima que nove em cada dez dispositivos está exposto a pelo menos uma vulnerabilidade crítica.

 

Investigadores da Universidade de Cambridge elaboraram um estudo sobre a segurança no Android. Apesar de a Google ter atribuído alguns fundos para esta investigação, as conclusões não são agradáveis para a gigante: cerca de 90% dos dispositivos estão expostos a pelo menos uma vulnerabilidade crítica.

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