Dicas para a segurança das crianças na Internet

 

 

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Há algumas décadas, o chamado “generation gap” entre pais e filhos era normalmente ilustrado pela diferença entre a música que uns e outros ouviam na sua adolescência, e a incapacidade dos mais velhos em “entender” o rock ‘n rol.

Hoje, numa altura em que é a própria música popular o grande elemento nivelador entre gerações – e basta deambular por um qualquer festival de verão em Portugal para encontrar uma interessante mistura geracional – surge um outro fator, de resto inexistente há apenas 20 anos: a Internet.

Crescer antes da era da Internet (ou, mas precisamente, da World Wide Web) e das redes sociais deixou muitos utilizadores mais velhos pouco preparados para enfrentar os riscos do mundo virtual e, muitas vezes, perplexos com o apelo, e os efeitos, destas novas realidades nas vidas dos mais novos.

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Crianças continuam expostas a conteúdos inapropriados na Internet

 

 

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Para as crianças ainda é muito fácil “tropeçarem” em conteúdos inapropriados que estejam disponíveis online, apesar das preocupações e melhorias neste campo.

O último estudo Net Aware, publicado por uma instituição de caridade inglesa, a NSPCC, avaliou as respostas de cerca de 1725 alunos e de 500 pais. O objetivo passava por examinarem 50 dos sites mais populares para verificarem os riscos que representavam para as crianças ao nível da exposição a conteúdos impróprios.

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5 sinais de que o seu filho possa estar a ser vítima de “cyberbulling”

 

 

 

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As férias de Verão chegaram e isto representa um motivo de alegria para a maioria das crianças que têm uma folga dos trabalhos de casa e da obrigação de se levantarem cedo. Porém, nem todas ficam mais alegres devido a estas boas razões. Para muitas crianças as férias de Verão representam três meses longe de agressores que os incomodam offline ou online através das redes sociais.

Infelizmente, nem todos os pais conseguem distinguir as dificuldades normais que todos os adolescentes enfrentam, dos verdadeiros sinais de perigo que podem indicar que algo de muito grave se está a passar. Para que não seja apanhado de surpresa preparámos uma lista de indicadores que podem ajudar os pais a verificarem se os seus filhos estão a ser vítimas, ou não, deste grave problema.

 

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Deixar crianças de 8 anos com tablets é perigoso.

 

 

Estudo divulgado esta semana sobre os hábitos de uso de tecnologias digitais por crianças até aos 8 anos deixa alguns avisos e conselhos aos pais. Cuidado com as sugestões de vídeos no YouTube, por exemplo.

 

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Tornou-se comum os pais emprestarem aparelhos tecnológicos aos filhos para os entreter e sossegar. O problema é que isto começa a acontecer cada vez mais cedo e os pais desconhecem os riscos. Duas investigadoras portuguesas, Patrícia Dias e Rita Brito, publicaram na passada terça-feira um estudo – coordenado em 18 países pelo Joint Research Centre da Comissão Europeia – sobre os hábitos de uso de tecnologias digitais por crianças com idades até aos oito anos. A data de lançamento deste relatório, a 9 de Fevereiro, não foi escolhida ao acaso: corresponde ao dia europeu Safer Internet Day (Dia para uma Internet mais segura), que incentiva pessoas a terem mais cuidados no uso que dão a esta ferramenta, sobretudo jovens.

 

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Controlo Parental : 76% dos pais não protegem os filhos na Internet

 

 

 

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Os números revelados por um estudo recente sobre crianças e internet são preocupantes: um quinto dos pais europeus não toma qualquer medida para proteger as crianças e 31% admitem não ter qualquer controlo sobre o que os filhos vêm na Internet.

Segundo o estudo, perto de dois terços (61%) dos pais com filhos menores de 18 anos preocupam-se com o acesso a conteúdos inapropriados, mas três quartos (76%) não têm qualquer software que os ajude a minimizar estes riscos.

 

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Facebook enfrenta processo judicial por alegadamente ter exposto menor a predadores sexuais

 

 

Criança de 11 anos usava a conta para se exibir e o pai processou a rede por expor a filha aos predadores sexuais. O controlo das idades dos utilizadores é um problema para o Facebook.

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Uma rapariga de 11 anos inscreveu-se indevidamente no Facebook, falsificando a idade, e começou a revelar fotografias suas, moradas de casa e da escola. Perante o sucedido, o pai entendeu que o Facebook permitiu a inscrição da menor e decidiu processar a rede social.

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Mãe cria aplicação que obriga os filhos a atender as suas chamadas

 

 

A app ‘Ignore No More’ leva o conceito de controlo parental a outro nível, uma vez que bloqueia o telemóvel dos filhos quando eles não atendem uma chamada dos pais.

 

 

Sharon Standifird é uma norte-americana que resolveu dar largas à imaginação quando se fartou de ver as suas chamadas ignoradas por parte dos filhos adolescentes. Assim, ela decidiu criar a app ‘Ignore No More’.

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Dica: Como configurar a conta de Facebook do seu filho

 

 

 

Os conselhos são redigidos pelo próprio Facebook e sugerem formas de os pais ajudarem os filhos a protegerem mais a sua privacidade, mantendo os dados que partilham na rede social mais seguros.

 

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Para tal os pais deverão definir as opções de segurança da conta em conjunto com os seus filhos e ir explicando os motivos porque o fazem.

O primeiro passo é aceder ao menu "atualizar informação" da conta e editar a informação básica, como os contactos, a educação e os interesses, de forma a proteger a informação publicada nos perfis.

 

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Medidas Mais Drásticas, Necessárias, para Proteger as Crianças na Internet

 

 

 

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O Comité da cultura e desporto, afirmou que os esforços da indústria para erradicar a pornografia infantil são “lamentavelmente insuficientes”. As empresas ligadas à Internet também já receberam o aviso que podem enfrentar processos penais por não aderirem ao compromisso de proteger os jovens.

 

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A segurança dos seus filhos na Internet começa em si

 

 

A segurança das crianças on-line, no mundo de hoje, representa um verdadeiro desafio para os pais. Com a generalização do acesso a computadores e dispositivos electrónicos, os pais de hoje sofrem a pressão de assumirem uma tarefa dupla: educarem-se para poderem educar. Esta talvez seja a melhor resposta a eventuais problemas e ainda a solução mais eficaz para que os nossos filhos nunca se transformem em vítimas.

No decorrer da infância, as crianças acabam por conhecer pessoas que terão um papel muito importante na sua vida, como por exemplo: familiares, amigos, professores. Porém, nenhuma dessas pessoas irá substituir a figura dos pais, que são a maior referência para seus filhos.

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