Instagram: página de Britney Spears está infetada com malware

 

Hackers conotados com o governo russo estarão a usar comentários no Instagram de Britney Spears para controlar o malware Turla. Há suspeitas de que muitas outras páginas tenham sido comprometidas.

 

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Investigadores da Eset revelaram que alguns comentários publicados no Instagram de Britney Spears eram na verdade código malicioso criado por hackers russos. Os criminosos estariam apenas a testar e a refinar este método, mas sabe-se que há mais páginas web comprometidas com o malware Turla.

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Cuidado!!! Zusy, é um virus que chega num simples ficheiro de PowerPoint

 

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Os últimos tempos têm sido muito complicados no que toca à segurança dos sistemas informáticos. Foram várias as situações de ataques descobertas, sempre procurando lesar os utilizadores.

Uma nova tentativa de ataque está agora a ser lançada, sendo usado um simples ficheiro de PowerPoint, que infeta com malware qualquer computador.

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FIREBALL – O malware chinês que infetou cerca de 250 milhões de computadores

Check Point Threat Intelligence e equipas de pesquisa descobriram recentemente uma operação de ameaça chinesa de alto volume que infectou mais de 250 milhões de computadores em todo o mundo. O malware instalado, Fireball, assume o controlo dos browser afetados  e os transforma em zombies.O malware Fireball tem duas funcionalidades principais: a capacidade de executar qualquer código nos computadores vítimas – descarregar qualquer ficheiro ou malware e seqüestrar e manipular o tráfego da web dos utilizadores infectados para gerar receitas publicitárias. Atualmente, o Fireball instala plug-ins e configurações adicionais para impulsionar os seus anúncios, mas, com toda a facilidade, pode se transformar em um distribuidor proeminente para qualquer malware adicional.

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Alerta! Novo virus que está a atacar o Android chama-se Judy

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Os investigadores da Check Point® Software Technologies Ltd. , o maior fabricante mundial especializado em segurança, descobriram Judy: uma nova campanha massiva de malware no Google Play, a loja de apps oficial da Google.

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Ransomware: quando a ameaça se torna realidade

 

 

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Há já muito tempo que ouvimos falar da ameaça potencial do ransomware, mas na realidade sem fazer grande caso da questão (afinal, acontece é sempre aos outros). Pois bem, na sexta-feira passada a ameaça potencial tornou-se realidade. Uma situação que afetou empresas de mais de cem países – o maior ciberataque registado até hoje.

Desta vez, foram atacados tanto serviços públicos como a empresas privadas, hospitais ou serviços governamentais. É, portanto, chegada a altura de se perguntar se a sua empresa está totalmente protegida.

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Cerca de 12 mil computadores infetados em Portugal pelo virus WannaCry

 

 

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Sexta-feira, 12 de maio, de manhã. Francisco, Papa de Roma e líder católico, tem chegada agendada para esse na Base Aérea de Monte Real. Todo o país está de prevenção. Multiplicam-se as fiscalizações nas fronteiras e a GNR faz vistorias aleatórias entre quem espera pelas primeiras palavras do Papa no santuário de Fátima. O Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS) também destacou mais operacionais, para fazer frente a alguma eventualidade. «É uma coisa normal em determinados eventos e datas, como eleições», explica Pedro Veiga, coordenador do CNCS. Ainda antes de Francisco aterrar em Portugal, surgem os primeiros avisos do estrangeiro sobre uma campanha de ransomware de grandes proporções.

Além do estado de alerta do CNCS, há outro fator capaz de mitigar os efeitos do WannaCry em Portugal: o Governo deu tolerância de ponto à Administração Pública e muitos dos computadores estatais não chegaram a ser ligados nesse dia. O que não livrou todas as máquinas de um mal pior: mais 12 mil computadpores terão sido sequestrados pelo ransomware WannaCry em Portugal, informa a Anubisnetworks, com base na informação fornecida pelo coletivo de pertitos que travou a disseminação do WannaCry.

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Ataque de “ransomware” leva empresas portuguesas a desligar a Internet

 

 

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Um ataque de ransomware lançado à escala global começou a deixar marcas em Portugal na madrugada de sexta-feira. Aparentemente, terão sido os operadores de telecomunicações os alvos prioritários deste ataque. Numa decisão inédita, a PT ordenou aos trabalhadores que desligassem os computadores e tirassem os cabos de rede, cortando o acesso à Internet. Também na Vodafone a passagem do ransomware produziu efeito: a operadora confirma ter tomado medidas de precaução, mas não fornece detalhes. Em Espanha, apesar de não ter sido atacada, a Vodafone decidiu cortar os acessos à Net. A Nos ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Os ciberataques apenas terão por alvo as redes informáticas internas e nos repositórios de informação dos operadores. As redes de telecomunicações móveis e fixas continuam a operar sem problemas.

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Alerta! Falsa extensão do Chrome injecta código em páginas Web

 

 

Recentemente, registou-se um aumento substancial no número de infeções provocadas pela ameaça JS/Chromex.Submelius. Em países como a Colômbia, Peru, Equador e Chile, os níveis de deteção no que diz respeito a esta ameaça em particular foram tão altos que atingiram taxas de incidência de 30% ou 40%.

Em termos práticos este é um troiano que redireciona o utilizador do browser para um endereço específico que contém diversos conteúdos maliciosos. Devido aos elevados níveis de deteção desta ameaça, que se destina principalmente ao Chrome, atualmente um dos navegadores mais populares, procurámos descobrir como a ameaça se está a propagar e como um utilizador pode cair na armadilha.

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Conheça a maneira como os malwares atacam o vosso computador

 

 

Habitualmente é comum referenciar um programa malicioso como sendo um vírus, embora essa definição não seja totalmente correta! Na verdade, existem vários programas maliciosos, onde o vírus é apenas um deles. Agora, muitos de vós questionam, qual é a diferença entre eles?!

Bem, o intuito deste artigo passa por explicar, de uma forma geral, os tipos de malware mais comuns, como funcionam e o que os difere uns dos outros.

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Eset: Aplicação Android disfarçada de lanterna queria roubar as vossas credenciais

 

Os utilizadores do sistema operativo Android foram alvo de outro malware “bancário” com capacidades de bloqueio de ecrã e que se fazia passar por uma app de lanterna. Ao contrário de outras ameaças que estão dirigidas a aplicações bancárias específicas, esta tem a capacidade de ajustar dinamicamente as suas funcionalidades.

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