ESET recomenda a ter muito cuidado com os “torrents”

 

 

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Apesar da sua popularidade, os torrents – ficheiros de partilha “peer-to-peer” – são uma atividade arriscada. Além dos óbvios problemas legais por eventual infração dos direitos autorais de músicos, realizadores de cinema ou criadores de software (no caso de download de torrents referentes a conteúdos protegidos por direitos de autor), há também questões de segurança associados ao seu download que podem fazer de nós ou do nosso computador um alvo de cibercriminosos.

O simples acto de fazer download das versões mais recentes de clientes BitTorrent – um software necessário para qualquer utilizador que queira fazer download ou partilhar ficheiros a partir deste “ecossistema” – pode infetar o seu computador e causar danos irreversíveis.

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Loja alternativa à Google Play tinha malware bancário em todas as aplicações

 

 

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O malware bancário era capaz de intercetar mensagens SMS e descarregar e instalar aplicações falsas, fazendo-se passar pelo Flash Player, segundo a ESET que analisou o software malicioso e comunicou a sua descoberta.

Explicam os investigadores de segurança que, quando os utilizadores chegavam à CepKutusu.com, uma alternativa à Google Play baseada na Turquia, e faziam o download de qualquer app, o botão “Descarregar agora” conduzia na verdade a um malware bancário ao invés da aplicação desejada.

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ESET identifica backdoor usada pelos atacantes do ransomware Petya

 

 

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Os investigadores da ESET, empresa especializada em soluções de segurança informática, já tinham localizaram o ponto a partir do qual a nova “epidemia” mundial de ransomware originou: uma empresa de software de contabilidade ucraniana chamada M.E.Doc. Agora a ESET descobriu mais informações acerca de como esse processo ocorreu.

Durante nova investigação, foi identificada uma backdoor furtiva e inteligente que foi injetada pelos atacantes num dos módulos legítimos do software M.E.Doc. A ESET sugere que parece muito improvável que os atacantes tenham conseguido fazer isto sem terem acesso ao código fonte daquele software. Na prática, isto significa que eles tiveram tempo para aprender o código e incorporar uma backdoor extremamente eficiente e que facilitou a difusão do malware à escala mundial.

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Alerta! Nova ameaça semelhante ao WannaCry começou a atacar

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Ao início desta tarde a ESET começou a investigar outra epidemia massiva de ransomware que se segue aos ataques efetuados pelo WannaCry e pelo XData/AES-NI.

Este ransomware parece ser outra versão do Petya e no caso de conseguir infetar o MBR, acaba por encriptar todo o disco rígido. Caso contrário, encripta apenas todos os ficheiros, como o Mischa.

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Instagram: página de Britney Spears está infetada com malware

 

Hackers conotados com o governo russo estarão a usar comentários no Instagram de Britney Spears para controlar o malware Turla. Há suspeitas de que muitas outras páginas tenham sido comprometidas.

 

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Investigadores da Eset revelaram que alguns comentários publicados no Instagram de Britney Spears eram na verdade código malicioso criado por hackers russos. Os criminosos estariam apenas a testar e a refinar este método, mas sabe-se que há mais páginas web comprometidas com o malware Turla.

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Cuidado!!! Zusy, é um virus que chega num simples ficheiro de PowerPoint

 

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Os últimos tempos têm sido muito complicados no que toca à segurança dos sistemas informáticos. Foram várias as situações de ataques descobertas, sempre procurando lesar os utilizadores.

Uma nova tentativa de ataque está agora a ser lançada, sendo usado um simples ficheiro de PowerPoint, que infeta com malware qualquer computador.

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FIREBALL – O malware chinês que infetou cerca de 250 milhões de computadores

Check Point Threat Intelligence e equipas de pesquisa descobriram recentemente uma operação de ameaça chinesa de alto volume que infectou mais de 250 milhões de computadores em todo o mundo. O malware instalado, Fireball, assume o controlo dos browser afetados  e os transforma em zombies.O malware Fireball tem duas funcionalidades principais: a capacidade de executar qualquer código nos computadores vítimas – descarregar qualquer ficheiro ou malware e seqüestrar e manipular o tráfego da web dos utilizadores infectados para gerar receitas publicitárias. Atualmente, o Fireball instala plug-ins e configurações adicionais para impulsionar os seus anúncios, mas, com toda a facilidade, pode se transformar em um distribuidor proeminente para qualquer malware adicional.

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Alerta! Novo virus que está a atacar o Android chama-se Judy

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Os investigadores da Check Point® Software Technologies Ltd. , o maior fabricante mundial especializado em segurança, descobriram Judy: uma nova campanha massiva de malware no Google Play, a loja de apps oficial da Google.

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Ransomware: quando a ameaça se torna realidade

 

 

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Há já muito tempo que ouvimos falar da ameaça potencial do ransomware, mas na realidade sem fazer grande caso da questão (afinal, acontece é sempre aos outros). Pois bem, na sexta-feira passada a ameaça potencial tornou-se realidade. Uma situação que afetou empresas de mais de cem países – o maior ciberataque registado até hoje.

Desta vez, foram atacados tanto serviços públicos como a empresas privadas, hospitais ou serviços governamentais. É, portanto, chegada a altura de se perguntar se a sua empresa está totalmente protegida.

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Cerca de 12 mil computadores infetados em Portugal pelo virus WannaCry

 

 

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Sexta-feira, 12 de maio, de manhã. Francisco, Papa de Roma e líder católico, tem chegada agendada para esse na Base Aérea de Monte Real. Todo o país está de prevenção. Multiplicam-se as fiscalizações nas fronteiras e a GNR faz vistorias aleatórias entre quem espera pelas primeiras palavras do Papa no santuário de Fátima. O Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS) também destacou mais operacionais, para fazer frente a alguma eventualidade. «É uma coisa normal em determinados eventos e datas, como eleições», explica Pedro Veiga, coordenador do CNCS. Ainda antes de Francisco aterrar em Portugal, surgem os primeiros avisos do estrangeiro sobre uma campanha de ransomware de grandes proporções.

Além do estado de alerta do CNCS, há outro fator capaz de mitigar os efeitos do WannaCry em Portugal: o Governo deu tolerância de ponto à Administração Pública e muitos dos computadores estatais não chegaram a ser ligados nesse dia. O que não livrou todas as máquinas de um mal pior: mais 12 mil computadpores terão sido sequestrados pelo ransomware WannaCry em Portugal, informa a Anubisnetworks, com base na informação fornecida pelo coletivo de pertitos que travou a disseminação do WannaCry.

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